28 setembro, 2017

Isto é tentar ser (não) saudável!

Riam-se de mim! Riam-se que eu também já me ri!
Hoje cheguei mais tarde a casa e o namorado tinha um jantar marcado.
Nem pensei muito no jantar, como era só para mim, mas a fome deu sinal de si, bem como a preguiça para cozinhar e comecei a imaginar onde ia desencantar qualquer coisa para comer. Lembrei-me que já não comia daquelas pizzas congeladas há imensos anos. Desde os tempos da universidade mais concretamente.
Eu adorava essas pizzas. Principalmente a pizza congelada de atum da marca pingo doce! E foi essa mesma a escolhida. 
Cheguei a casa e quando estou a tentar abrir a caixa da pizza reparo nas calorias... Ia tendo um colapso!!!
Por meia pizza, repito meia pizza, tem 430 calorias! 430 calorias.
WHATTTTTTTTTTTTTTT?????????????

Portanto, quando eu andava na universidade comia uma pizza destas pelo menos uma vez por semana e ingeria assim como quem não quer a coisa 860 calorias! Como é que eu nunca vi isso????

Sucede-se que agora eu já tinha a pizza em casa, não me apetecia cozinhar, e ingerir 860 calorias às 21horas não era opção, então:

Parti a pizza a meio e comi só metade! 
Se continua a ser super calórico? Claro que sim, mas assim sinto-me um bocadinho melhor!
Se me apetecia a pizza toda? Mas é claro que sim!
Se a conseguia comer toda? Sem dúvida alguma.
Mas uma pessoa já não vai para nova e tem de tentar ser um bocadinho mais saudável só que não!

Futilidades #18

Camisas nunca são demais no nosso armário. Umas mais compridas, outras mais curtas, umas mais justas, outras mais largas, umas lisas, outras com padrões, às bolinhas ou riscas... Camisas dão-nos uma apresentação mais formal e são facilmente usadas em conjuntos usados no emprego, ou então super práticas para usar com sapatilhas e umas calças mais largas. Eu pessoalmente gosto imenso de camisas. Não sou muito esquisita, só não gosto delas curtas, nem muito quadradas. De resto venham elas!!!

25 setembro, 2017

Relações e certezas.

Os dias mais emotivos, mais sensíveis acabam por ter o efeito de tempos de consciência. Tempos de reflexão (tal como acontecerá no sábado antes do dia das eleições)!
E este fim de semana, precisamente em jeito de reflexão e do desenrolar dos últimos acontecimentos, dei por mim a pensar na minha família. Ou melhor, na família que pretendo construir. 
Estava no banho (momento em que para além de cantar serve para mim de reflexão) e até esbocei um sorriso tímido pelos pensamentos que me iam palpitando na cabeça e no coração.

Eu e o namorado temos as nossas diferenças, como toda a gente, que ninguém é igual a ninguém. Talvez por se tratar de uma questão de feitios eu sou mais radical, e ele mais ponderado, sou mais impulsiva e ele mais moderado (assim no geral).
 
Enquanto conversávamos sobre o que se passava à nossa volta, enquanto desvendávamos a opinião um ao outro, fiquei com a certeza que a minha escolha de ser ele aquele com quem quero construir uma família nunca esteve mais certa. Não, não concordamos em tudo, e também sei que quando for connosco, quando nos tocar a nós ser as personagens principais da história, as coisas podem não ser tão práticas e claras como são agora. Mas no presente, e imaginando o futuro sei que a base desta família será forte, e assente em valores e princípios que ambos achamos imprescindíveis.

Não gosto de falar abertamente da minha relação. Ela só a mim e a ele diz respeito! Mas costumo contar episódios do quotidiano, e quem nos conhece sabe que somos um casal perfeitamente normal, com momentos de muita felicidade e outros tantos de discussão. Faz parte. Cada um é o que é nesta relação e não invejamos outros casais. O que funciona para uns pode não funcionar para outros, por isso cada um deve tentar viver a relação como acha que em conjunto ela funciona.

Tudo para dizer que neste fim de semana enchi-me de certezas para o futuro com ele (ainda que a meio da tarde de domingo tenha havido uma discussãozinha)!!!

22 setembro, 2017

Família.

Nestes últimos dias tenho pensado imenso no conceito de família e naquilo que ele significa para cada um.
Tenho um casal muito próximo que está a atravessar uma fase menos boa, o que acaba por se repercutir em mim, no namorado, e em todos que estão à volta deles.
Independentemente da culpa, dos atos, ou da razão que eles têm a estrutura familiar é abalada. Ainda por cima quando existe um filho que a esta data tem 14 anos.
Que a vida adulta é um um verdadeiro desafio eu já sabia. Tal como sabia que a vida é feita de escolhas, opções, e que nem sempre tomamos as corretas. Mas só mais tarde é que nos apercebemos disso. Mas as consequências daquilo que somos ou fazemos vai afetar principalmente os outros. E esses outros são aqueles que estão ao nosso lado sempre. Família e amigos.
O feitio, a personalidade de cada um de nós quando estamos numa relação é moldada. Não precisa necessariamente de ser mudada, mas tem de ser moldada àquele que vive connosco. É um processo natural e que acho que deve acontecer à maioria dos casais.
Mas aqueles que não passam por esta fase depois vêem-se em situações como esta que estou a assistir.
Conseguiram resistir até agora. Mas já não conseguem suportar mais a forma como a relação está. É natural! Tal como é natural que durante todos estes anos neste tipo de relação a mesma fique desgastada.

E agora? Depois de todos estes anos, aguentaram. Suportaram mesmo quando tinham vontade de bater o punho na mesa, mas não o fizeram. Agora que a relação chegou a este ponto, o que fazer?
A separação é  a primeira opção. Mas quando o filho, já de 14 anos, diz que não quer a separação dos pais? Claro que não quer! São poucos os filhos que aceitam a separação dos pais.
Mas, tem o filho direito de condicionar a vida dos pais?
A meu ver não tem. Mas eu também sou filha. E também sei que a posição que tomaria enquanto filha era a mesma que a dele.
Mas quando no meio desta relação, desta família, existem terceiros que se acham as personagens principais desta história, sobrepondo-se até aos próprios pais? Estes mesmos pais deixaram. Deixaram isso acontecer durante estes anos, mas agora não querem mais. Ou melhor querem, mas para aquilo que lhes convém!

Como fica o filho de 14 anos no meio de toda esta confusão?
Pois eu digo-vos como fica. Fica com uma ideia excessiva de realidade que não devia ter com esta idade. 
E eu?
Eu fiquei sem reação depois de conversar com um adolescente de 14 anos e perceber que a estrutura familiar dele já há muito que desabou e ele ainda se mantém ali de pé.

 

21 setembro, 2017

Futilidades #17

Com a mudança de estação é quando me apercebo do que está em falta no meu armário. Já comecei pelas calças de ganga e agora descobri os casacos. Desde sobretudos a casacos mais leves de meia estação! Hoje só à hora de almoço, e porque estava a falar com a minha mãe é que reparei que o casaco que trago vestido está pronto para ir para o lixo. É um casaco curto, bege, a imitar pele, que já "rachou" todo e a pele está a sair! Eu de facto já o tinha arrumado lá no armário há muito tempo, mas hoje deu-me para o vestir e nem olhei em condições para ele. Porque se o tivesse feito, nunca teria saído assim de casa.
Juntando a estes casacos de meia estação preciso renovar os meus sobretudos que já tem anos. Muitos anos! E pelo menos dois deles já não vão ver a luz do dia este ano.
Por isso dei uma vista de olhos no que temos para esta próxima estação e aqui ficam algumas das minhas escolhas:

20 setembro, 2017

100!

Só agora reparei...
100 seguidores! 



No próximo mês o blogue completa um ano de existência (passou a voar) e hoje o número de seguidores é redondinho!
Ainda que os números do blogue não sejam uma preocupação para mim, fico contente de vê-lo crescer. Devagarinho, mas vai crescendo!
Obrigada a todos que acompanham o Jus à Ju!

Mas será assim tão difícil...

Encontrar umas calças de ganga que eu goste?

Este fim de semana tirei umas horas para encontrar calças de ganga. Durante o verão tento afastar-me das calças de ganga por não as achar nada frescas, e nada cómodas para dias de grande calor. Mas no Inverno farto-me de usar. São práticas, ficam bem com tudo, e se os dias estiverem mais frescos ficamos mais quentes.
Mas como todos os anos (penso que esta situação tem sido regra) não consigo encontrar nada que goste. Ou são demasiado justas nas pernas e largas na cintura, ou ficam bem nas pernas mas depois parece que temos o rabo quadrado de tão esmagado que está, ou estão de tal forma rasgadas que nos sentimos mais despidas que vestidas, ou são curtíssimas e prevejo dias de muito frio ali na zona dos tornozelos/canela, ou são demasiado claras, ou demasiado escuras, ou são caras...
Depois de experimentar cerca de 10 pares de calças desisti e fui-me embora sem nada.
Com certeza que vou voltar a insistir, até porque já não tenho mesmo calças de ganga, mas prevejo dias de muita dificuldade!


16 setembro, 2017

Caso burla Gilola - Fim

Depois de vos contar o que me aconteceu aqui, ainda estive mais uns dias a tentar entrar em contacto com a loja através do Facebook. Resultado: zero repostas, zero encomenda!
Resolvi expor na página da loja para toda a gente ler o sucedido e ainda coloquei o link que demonstra a quantidade de queixas que a loja tem no portal da queixa. Passado umas horas tinha sido bloqueada. Nada que me admirasse pois já tinha lido em várias queixas que era procedimento normal.

Se antes já tinha decidido ir diretamente à loja, depois disso tive a certeza que só assim conseguiria reaver o meu dinheiro (porque a encomenda já não me interessava para nada).

Lá fui eu, munida de cópias da pouca conversa que consegui ter com a loja, cópia do comprovativo de pagamento, e com o namorado munido do número de telefone da polícia para o caso de ser necessário. Levantei-me hoje de manhã já com dor de cabeça talvez por saber que ia começar o dia a incomodar-me.
Lá descobri a loja, entrei, fui atendida por uma funcionária já com alguma idade, e expliquei o porquê de estar ali. Pediu-me o número da encomenda ligou a um colega (?) que a informou que a parte de cima do conjunto que eu tinha encomendado tinha esgotado e por isso não recebi a encomenda. Informou-me que podia escolher qualquer peça da loja ou então devolvia-me o dinheiro. Como é óbvio disse que optava pela devolução do dinheiro e assim foi. 

Preferi não entrar em discussão com a senhora e demonstrar-lhe o meu descontentamento para com a falta de profissionalismo da loja. Com certeza não será ela a tratar de qualquer encomenda online e provavelmente isto já aconteceu mais vezes tal foi a forma como solucionou o caso. 
O dinheiro foi-me devolvido na totalidade por isso acabei por não ter grande prejuízo a não ser a viagem e a canseira de tentar resolver este problema.

Apesar de ter terminado assim, com certeza há casos que nao tem mesmo hipótese de se dirigir à loja física, e outros tantos de lojas que só existem mesmo online. E nessas situações não há forma de contornar e reaver o dinheiro já pago. 
Por isso espero que o meu caso tenha servido de alerta para todos os que compraram peças em lojas de Facebook. Primeiro pesquisem se de facto a loja tem algum tipo de feedback. Se existe na internet qualquer indicação negativa sobre ela. E mesmo que não encontrem nada optem sempre por aquelas que também tem lojas físicas. Porque se tiverem algum problema na loja online vão poder dirigir-se a um local e tentar solucionar aquilo que não foi possível pela internet (como o meu caso)!

14 setembro, 2017

Coisas que me tiram do sério...

Há muitas é um facto. Não é por acaso que o namorado está sempre a dizer que me enervo com pouco! Tem toda a razão.

Hoje falo-vos daquelas mães que gabam os filhos até não se aguentar mais ouvir uma única palavra da boca delas referente aos mesmos! Acho que chego a ficar stressada com tanta coisa que ouço.
Não, não estou a falar das mães de bebés. Não é desse género de mães. É mesmo das mães já de adolescentes, jovens e até mesmo adultos que acham que os seus filhos são a última bolacha do pacote. 
Eu acho óptimo que as mães (pais) valorizem os seus filhos! Que lhes dêem os parabéns nas suas conquistas, que estejam presentes nos caminhos profissionais e pessoais, que lhe reconheçam o seu valor. Aliás acho isso essencial! Nunca tive isso da parte do meu pai, mas a minha mãe sempre soube reconhecer o meu valor e nunca deixou de me aplaudir naquilo que conquistei. O que eu não concordo é que para valorizar um filho se tenha de rebaixar o de outros.

Porque se um colega entrou num Instituto Politécnico o comentário que sai da boca dessas mães é : "Politécnico para o meu filho? Isso é abaixo das capacidades dele!".
Porque se alguém tira melhor nota que o filho num teste tem de haver sempre uma desculpa, ou copiou, ou teve sorte, ou foi benefício dos professores.
Porque se alguém entra na universidade e o filho não, são capazes de começar com a conversa de que desconfiam que não vão lá durar muito tempo.
Porque se a vizinha do lado for a um casamento linda de morrer a teoria é que gastou fortunas para ir assim, e a filha dela só por ter gasto menos é que estava perfeita.
Porque se o amigo arranja emprego mais rápido, apressam-se logo a informar: "Foi cunha" com o intuito de justificar o porquê dele já ter emprego e o filho não. Ou então dizem que o emprego não é nada de especial e que nunca sujeitariam o filho a algo assim.

E tantas, mas tantas coisas que eu já ouvi dessas ditas mães!
Eu também tenho uma mãe. A minha mãe também fala de mim (e do meu irmão) com outras mães, e com pessoas que não o são. A minha relação com a minha mãe é muito, mas muito próxima. Tenho a certeza que na minha adolescência a minha mãe era das mães que mais sabia sobre a nossa vida (minha e das minhas amigas). Em momento algum, fez algum comentário depreciativo sobre qualquer filha/o de alguém. Quando não concordava com alguma coisa era a mim que me dizia. Quando alguém falava sobre os filhos e os elevava num pedestal a resposta dela era sempre a mesma: "Eu sei bem quem tenho em casa".
E não, este comentário não era usado num sentido negativo, no sentido de me desvalorizar. Era mesmo num sentido de consciência. Ela melhor do que ninguém conhecia (e conhece) os meus defeitos e qualidades, tal como a a minha forma de reagir em imensas situações. E dizia vezes sem conta que "não se deve cuspir para cima porque nos pode cair em cima" (acho que é assim!!!).
Eu não sou mãe. Ainda não estou por dentro do mundo da maternidade. E se querem que vos seja sincera, cada vez tenho mais medo desse mundo. Cada vez me parece mais cruel. Mais egoísta. Ou se calhar sempre foi assim e eu só agora é que me começo a aperceber disso.


11 setembro, 2017

Foi há 16 anos.

Lembram-se o que estavam a fazer, ou como receberam a notícia do que se tinha passado no dia 11 de Setembro de 2001?

Tinha 10 anos e lembro-me de estar a comer cereais na cozinha de casa dos meus pais e a pensar porque é que a televisão não estava a ter a programação normal. Queria ver um programa (não me lembro qual) e só passavam imagens do primeiro avião. Até que de repente vejo as imagens do segundo. E acho que aí percebi que alguma coisa de muito má estava a acontecer.
Levantei-me e fui até à minha mãe que se encontrava no exterior de casa contar-lhe o que tinha visto.
Ela entrou em casa e viu as imagens que estavam a passar em modo repeat já há algum tempo.

E enquanto observava a expressão incrédula, de medo e tristeza que ela transmitia tive a certeza que naquele dia não teria a programação normal da televisão.

 

07 setembro, 2017

Estou tramada.

Chegou aquela altura. Pronto, já não há mais nada a fazer a não ser conformar-me.
Uma pessoa pensa nesta dia, imagina como é quando lá chegar, mas depois não está preparada para quando chega.
Os tempos de adolescente já lá vão, e agora chegou a temida altura dos casamentos!

Casamentos aos potes! Casamentos aos pontapés (salvo seja)! Casamentos por tooooooooodo o lado!

Este ano um já foi, outro será no penúltimo dia do ano.
Para o ano já conto com três! Três! Eu que ia a casamentos de dez em dez anos, tenho três casamentos no mesmo ano. E se faltar a algum deles não me parece que seja opção começo a olhar para a minha carteira e penso duas vezes nas respostas que vou dar aos convites.



06 setembro, 2017

Coisas só dele #10

Começar o dia a rir (é tão raro)!
Namorado sai da cama e vai direto para a casa de banho. Invado o espaço na casa de banho e faço o meu xixi. Meia a dormir olho para ele e noto algo diferente.
Tento em meia dúzia de segundos perceber o que se trata e constato que vestiu os boxers do avesso.
Aviso-o da minha constatação.
Resposta enquanto olha para os boxers:

"Pois estão. É por causa da inveja. Não sei de quem mas é por causa da inveja"!!!

A verdade é que ele saiu de casa e eu não vi se se arranjou ou não!
 

05 setembro, 2017

Digam-me lá...

...quantas de vocês tem mãe, pai, tia , tio, parente já afastado, que tem facebook e partilha todas as mensagens que são de corrente, publica e gosta de todas as fotos que assim o solicitam, e ainda comenta as fotos nas quais estão identificadas mas que não foram publicadas por vocês???

Eu tenho! Eu tenho!
E o que já me ri à custa disso... Vocês nem imaginam!



04 setembro, 2017

Manias!

Uma das coisas que mais me incomoda é almoçar ou jantar sozinha. Sempre fui assim desde nova. Refeições para mim devem sempre ser feitas acompanhada de uma ou mais pessoas.
Aquela sensação de solidão num momento de refeição faz-me mesmo muita confusão. O meu irmão por exemplo é o oposto. Não se importa nada de comer sozinho e acho que às vezes até agradece que o deixem saborear a comida sozinho.

Por isso quando o namorado se levanta da mesa e eu ainda não terminei já estou a perguntar onde é que ele vai. Geralmente é só para ir buscar fruta, ou a sobremesa, mas só de imaginar a ficar na mesa sozinha a terminar a refeição deixa-me triste.
Tal como quando vou a algum restaurante e vejo imensas pessoas a almoçar sozinhas diariamente. A maioria já está habituada e não lhe faz qualquer impressão almoçar sozinha e depois voltar para o trabalho, mas como eu não gosto de me sentir assim também não gosto de ver ninguém numa mesa a comer sozinho.
E também não deixo ninguém a comer sozinho a não ser que seja mesmo alguma urgência que me faça sair da mesa.

Na minha infância os meus pais (o meu pai mais concretamente) dizia que na hora da refeição tínhamos de estar todos à mesa. Até podíamos não trocar grandes palavras mas presentes tínhamos de estar todos. A excepção só se aplicava em doença, ou quando não estávamos em casa.

Para mim na altura achava aquilo uma ditadura. O meu pai chegava a casa de trabalhar e lá tinha eu de ir a correr para a mesa. Mas acho que ficou de tal forma entranhado que agora imaginar-me numa mesa de refeição sozinha não me faz qualquer sentido.





01 setembro, 2017

Setembro chegou!


E o mês de recomeços (trabalho e escola) começa mal, mal, mal! Estou capaz de cuspir fogo só a quem olha para mim.
E eu que tanto gosto de Setembro. Desde a época da escola, que fazia mil planos para o ano letivo. O mês de Setembro sempre foi, mais que o próprio mês de de Janeiro, o mês que planeava, estudava como seria aquele ano.  Começava sempre com as férias lá em casa e depois arrancava a escola! A compra do material escolar, o cheiro a novo dos livros, encadernar cadernos, comprar a mochila era ritual para se fazer no mês de Setembro. E eu adorava!
Agora que trabalho ainda vejo Setembro com esse olhos. Parece que no fim de Agosto há uma quebra e vou iniciar algo novo. Estive de férias em Agosto, mas a última semana já comecei a trabalhar e mesmo assim, agora que entra Setembro a sensação que tenho é que alguma coisa vai começar! Como se o trabalho só iniciasse a sério na próxima semana, entendem? 
E logo no primeiro dia deste mês, logo de manhã, já estou capaz de me trancar num quarto às escuras, em silêncio para não ter de me incomodar mais. Com coisas que nem sequer me dizem diretamente respeito mas sou apanhada por esta teia! 
Maldita sexta-feira!

Por favor Setembro termina melhor do que começaste!